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Dica para o lojista: golpe do Pix pode ser evitado

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos alerta sobre a nova prática e compartilha formas de se proteger no comércio da cidade

Escrito por ACISJC

02 AGO 2022 - 17H37

O Pix revolucionou as movimentações bancárias e facilitou a vida das pessoas. Com ele, em segundos, é possível realizar transferências ou pagamentos sem cobrança de taxas. No entanto, o número de golpes e fraudes com Pix vem crescendo nos últimos meses. Por isso, o Pix requer cuidado redobrado para não perder dinheiro.

E como isso afeta o comércio?

Um dos golpes que está mais afetando varejistas é o do falso comprovante de Pix. Nesse tipo de fraude, os criminosos enviam um comprovante de transação para os vendedores. Muitas vezes, os vendedores percebem que o valor não caiu, mas o suposto cliente alega que sistema deve estar lento (um "bug" do Pix) e que a transação logo será concluída. Muitas vezes o falso cliente foge.

Outro golpe ocorre quando o fraudador realiza uma compra e diz estar com pressa, induzindo funcionários a não checarem a transação via Pix enquanto ele está na loja. Quando os funcionários finalmente vão ver a conta, percebem que, em vez do valor real, uma transferência de centavos foi realizada.

Como se proteger

Para a proteção dos varejistas em compras realizadas pelo Pix, é importante que os comerciantes estejam atentos a detalhes como se a conta bancária está no nome do cliente, pedindo um documento de identificação, já que muitas vezes os golpes são feitos com contas de terceiros, para dificultar o rastreamento.

Outra orientação é a abertura de uma conta exclusiva para o Pix, que funcionários possam acessar, para checar se os pagamentos estão corretos.

Além disso, as seguintes dicas também ajudam na prevenção, tanto para comerciantes quanto para pessoas físicas:

  • Estabeleça um limite diário para transferência via Pix no app ou site oficial do seu banco;
  • Realize transações somente no app ou site oficial do seu banco;
  • Certifique-se que o site do banco ou da loja que você está navegando é o correto;
  • Confira se o site em que está navegando é seguro clicando no cadeado que fica na barra de endereço do navegador;
  • Não clique em links ou baixe arquivos de e-mails suspeitos, e sempre confira se o e-mail possui um domínio confiável;
  • Não realize transações financeiras quando estiver conectado em redes públicas como de shoppings e restaurantes;
  • Ao divulgar sua chave Pix para pessoas e empresas que você não tem relação de confiança, prefira informar a chave aleatória em vez da atrelada ao CPF;
  • Ative a autenticação de duas etapas em todos os lugares onde ela está disponível.

Caso você, mesmo com essas dicas, acabe sofrendo um golpe do Pix, o ideal é a realização de um Boletim de Ocorrência, para registro, e depois entrar em contato com o banco ou instituição financeira para buscar meios de ter o seu dinheiro restituído e evitar que mais pessoas se tornem vítimas.

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